Pessoal, entrem no site, vale a pena!
A Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos é uma associação civil atuando há 15 anos e formalmente constituída no ano de 2000. Prima pelo bem estar da fauna silvestre, exótica, nativa, doméstica e domesticada, por meio de sua preservação, conservação, recuperação e propagação da educação ambiental para a consecução e alcance do ambiente sadio e equilibrado, nos termos do artigo 225 de nossa Constituição Federal.
Os trabalhos realizados pelo Rancho dos Gnomos são de suma importância e de extrema necessidade, tendo em vista o auxílio ao Poder Público e respectivos órgãos ambientais 24 horas por dia, pois recebem animais apreendidos de tráfico, circos, vítimas de maus-tratos etc. (só no ano de 2002 foram recebidos 2500 animais encaminhados pela Polícia Ambiental e Ibama representando 12% do total de apreensões realizadas no Estado de São Paulo, e no ano de 2003 cerca de 2400 animais, representando 13% do total de apreensões realizadas no Estado de São Paulo).
É realizado um trabalho cuidadoso de recuperação desses animais com uma equipe especializada de biólogo, veterinários e diversas outras pessoas e em cada caso estuda-se a possibilidade de devolução dos animais na natureza ou então a necessidade de abrigá-los nas próprias instalações do Santuário Ecológico, onde receberão cuidados e tratamentos por toda sua vida. Concomitantemente realiza-se o trabalho de educação ambiental para crianças e jovens de toda a rede de ensino.
Atualmente o Rancho dos Gnomos abriga cerca de 600 animais (sendo 13 leões, 1 tigre-de-bengala, 26 macacos, cavalos, vacas, veados-catingueiro, emas, mutuns, e diversos outros animais).
Fonte: http://www.ranchodosgnomos.org.br
terça-feira, 15 de abril de 2008
Ibama apreende 292 jabutis e aves silvestres
Fernando Amorim / Agência A Tarde
Ibama apreende vários jabutis e pássaros no interior do estado
Valmar Hupsel Filho, do A Tarde
Duzentos e dezesseis jabutis e 76 aves de 13 espécies diferentes foram apreendidos no município de Itatim, no Centro-Norte do Estado, durante uma operação conjunta entre a unidade de Amargosa da Delegacia de Proteção Ambiental de Lençóis, o escritório regional do Ibama em Santo Antônio de Jesus e a Delegacia de Santa Terezinha.
Os animais chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Salvador, por volta das 20 horas desta sexta-feira. Dez pessoas envolvidas no crime ambiental foram intimadas a prestar esclarecimentos. Contra elas foram lavrados termos circunstanciados.
“Se forem condenados, eles podem sofrer pena de seis meses a um ano de reclusão“, informou a delegada Aline Freitas. Segundo ela, as aves, de espécies silvestres como esporófila (conhecido popularmente como papa-capim) e aratinga (periquito da caatinga), eram vendidas em feiras livres.
Os jabutis, com cerca de 10 anos, eram comercializados em restaurantes, anunciados como iguarias. “Nós iremos agora atrás dos estabelecimentos“.
Os animais foram recebidos pela equipe do Cetas do Ibama – formada por um veterinário responsável, um biólogo, um consultor de biologia e seis estagiários, dois de biologia e quatro de veterinária, além de tratadores. Após uma avaliação preliminar, eles concluíram que diversas aves apresentavam comportamento dócil e estavam com as asas cortadas.
“São animais que já estavam em cativeiro“, informou a bióloga e coordenadora do Cetas, Conceição Pires. Segundo ela, os animais ficarão inicialmente em quarentena. “Cada caso será analisado individualmente para que se defina o destino de cada animal: a soltura na natureza ou o envio a instituições ou zoológicos“, disse.
DESDOBRAMENTO - A operação desta sexta é um desdobramento da realizada na semana passada, quando 170 jabutis e cerca de 200 aves foram apreendidos no município de Santa Terezinha. “A região de Itatim e Milagres já é bastante conhecida, inclusive internacionalmente, por ser rota de tráfico de animais silvestres, mas Santa Terezinha foi uma surpresa para nós“, disse a delegada, informando que tem mais duas operações “engatilhadas“.
Os animais apreendidos na semana passada foram conduzidos ao Centro de Proteção da Vida Silvestre do Grupo Ambientalista da Bahia, que fica na cidade de Elísio Medrado. “Foi por falta de espaço lá que tivemos que trazer os animais para Salvador“, explicou o analista ambiental do Ibama, Alberto Santana. A equipe responsável pelo traslado optou por trazer os animais à noite na viagem de Itatim e Salvador. “A idéia foi feliz, já que não morreu um bicho no caminho“, festejou.
Santana explicou que as apreensões são fruto de uma mudança na forma de trabalho feito pelo Ibama e a polícia. “Antes, nós trabalhávamos por amostragem. Agora, planejamos a operação e fazemos a busca de uma vez para evitar perdas“, disse.
Ibama apreende vários jabutis e pássaros no interior do estado
Valmar Hupsel Filho, do A Tarde
Duzentos e dezesseis jabutis e 76 aves de 13 espécies diferentes foram apreendidos no município de Itatim, no Centro-Norte do Estado, durante uma operação conjunta entre a unidade de Amargosa da Delegacia de Proteção Ambiental de Lençóis, o escritório regional do Ibama em Santo Antônio de Jesus e a Delegacia de Santa Terezinha.
Os animais chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Salvador, por volta das 20 horas desta sexta-feira. Dez pessoas envolvidas no crime ambiental foram intimadas a prestar esclarecimentos. Contra elas foram lavrados termos circunstanciados.
“Se forem condenados, eles podem sofrer pena de seis meses a um ano de reclusão“, informou a delegada Aline Freitas. Segundo ela, as aves, de espécies silvestres como esporófila (conhecido popularmente como papa-capim) e aratinga (periquito da caatinga), eram vendidas em feiras livres.
Os jabutis, com cerca de 10 anos, eram comercializados em restaurantes, anunciados como iguarias. “Nós iremos agora atrás dos estabelecimentos“.
Os animais foram recebidos pela equipe do Cetas do Ibama – formada por um veterinário responsável, um biólogo, um consultor de biologia e seis estagiários, dois de biologia e quatro de veterinária, além de tratadores. Após uma avaliação preliminar, eles concluíram que diversas aves apresentavam comportamento dócil e estavam com as asas cortadas.
“São animais que já estavam em cativeiro“, informou a bióloga e coordenadora do Cetas, Conceição Pires. Segundo ela, os animais ficarão inicialmente em quarentena. “Cada caso será analisado individualmente para que se defina o destino de cada animal: a soltura na natureza ou o envio a instituições ou zoológicos“, disse.
DESDOBRAMENTO - A operação desta sexta é um desdobramento da realizada na semana passada, quando 170 jabutis e cerca de 200 aves foram apreendidos no município de Santa Terezinha. “A região de Itatim e Milagres já é bastante conhecida, inclusive internacionalmente, por ser rota de tráfico de animais silvestres, mas Santa Terezinha foi uma surpresa para nós“, disse a delegada, informando que tem mais duas operações “engatilhadas“.
Os animais apreendidos na semana passada foram conduzidos ao Centro de Proteção da Vida Silvestre do Grupo Ambientalista da Bahia, que fica na cidade de Elísio Medrado. “Foi por falta de espaço lá que tivemos que trazer os animais para Salvador“, explicou o analista ambiental do Ibama, Alberto Santana. A equipe responsável pelo traslado optou por trazer os animais à noite na viagem de Itatim e Salvador. “A idéia foi feliz, já que não morreu um bicho no caminho“, festejou.
Santana explicou que as apreensões são fruto de uma mudança na forma de trabalho feito pelo Ibama e a polícia. “Antes, nós trabalhávamos por amostragem. Agora, planejamos a operação e fazemos a busca de uma vez para evitar perdas“, disse.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
MPF denuncia acusada de exportar partes de animais fingindo ser artesanato
O MPF (Ministério Público Federal) no Pará denunciou à Justiça na última quinta-feira (10/4) uma comerciante que exportava partes de animais silvestres sob a fachada de venda de artesanato indígena. A acusada, Lilaz de Souza Loureiro, foi processada por contrabando, receptação de produto de crime e formação de quadrilha e pode ser condenada de três até 15 anos de reclusão. A comerciante foi pega pela operação Pindorama da Polícia Federal, em maio de 2004. Na sua residência, em Belém, foram encontrados pedaços de animais caçados ilegalmente, que eram registrados como artesanato para que pudessem ser vendidos no exterior. Pela legislação, a exportação de artesanato indígena ou similar confeccionado com partes de animais da fauna silvestre brasileira só pode ser feita para intercâmbio científico e cultural, entre instituições oficiais ou oficializadas, e com autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai). De acordo com informações do MPF, na época da operação, a acusada fazia parte de uma quadrilha chefiada pelo norte-americano Milan Hrabovski. Por meio das suas empresas Rain Forest Crafts e Tribal Arts, sediadas na Flórida, Estados Unidos, ele encomendava artefatos indígenas produzidos com plumas, garras, presas e ossos de animais silvestres brasileiros. Seus colaboradores no Brasil atuavam principalmente nos estados do Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Rondônia e no Distrito Federal. A partir de investigações da PF e da gência do governo dos EUA encarregada de proteção à fauna silvestre (o U.S. Fish and Wildlife Service, subordinado ao Departamento do Interior dos EUA), o procurador da República Fernando José Aguiar de Oliveira registra na denúncia que da quadrilha também participavam servidores da Funai, do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e pessoas ligadas às lojas Artíndia, do departamento de artesanato da Funai. Contra esses outros envolvidos, as denúncias terão que ser feitas na Justiça Federal do Estado de origem de cada um deles, conforme determinação da subseção judiciária de Ji-Paraná, em Rondônia.
Segunda-feira, 14 de abril de 2008
Fonte: http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/49787.shtml
Segunda-feira, 14 de abril de 2008
Fonte: http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/49787.shtml
Morte de leão no circo em Portugal pode ser criminosa
Um leão com três anos de idade, pertencente ao Circo Vítor Hugo Cardinali, que está instalado em Arouca, morreu, na manhã de anteontem, suspeitando-se que a morte tenha sido provocada por envenenamento. As autoridades estiveram no local e será efectuada autópsia. Luís Cardinali, um dos responsáveis pelo circo que se encontra instalado até amanhã no centro de Arouca, conta que o tratador deu com o animal "muito doente ao final da manhã de sexta-feira". "Estava a sangrar muito pelo nariz", recorda. Foi então chamada uma veterinária e a equipa do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, mas já nada pôde ser feito para salvar o animal, que acabaria por sucumbir minutos depois. "Há suspeitas de que possa ter sido envenenado", Cardinali. Uma tese defendida pela veterinária. O leão tinha sido importado de Inglaterra juntamente com outros animais da mesma espécie e há cerca de dois anos que fazia parte do Circo Vítor Hugo Cardinali. "Era um dos leões mais bonitos" lamenta Luís Cardinali. Este responsável afirma não ter suspeitos, pelo facto de não ter inimigos "com a ousadia de levar a efeito um acto destes". Contudo, confirma que é a primeira vez que um animal seu morre nestas circunstâncias. A morte deste leão não compromete os espectáculos com os leões que vão continuar, até amanhã, em Arouca.
Fonte: TIAGO PETINGA / LUSA
http://jn.sapo.pt/2008/04/06/policia_e_tribunais/morte_leao_circo_pode_criminosa.html
Fonte: TIAGO PETINGA / LUSA
http://jn.sapo.pt/2008/04/06/policia_e_tribunais/morte_leao_circo_pode_criminosa.html
sábado, 12 de abril de 2008
Polícia Federal prende traficante de animais silvestres
RIO - Policiais Federais da Delegacia de Niterói, com apoio do IBAMA, prenderam na manhã desta sexta-feira, em Mesquita, na Baixada Fluminense, Marcelo Ferreira Menezes, de 26 anos, por tráfico de animais silvestres. Marcelo atuava na reserva de Silva Jardim e foi preso em flagrante em ação realizada para cumprir mandado de busca e apreensão expedido pela Vara de Itaboraí. Foram apreendidos 14 coleiros, um tiziu, um trinca-ferro, um papagaio, 24 arapucas e seis gaiolas para transporte de pássaros.
Fonte: O Globo
Publicada em 11/04/2008 às 14:56
Fonte: O Globo
Publicada em 11/04/2008 às 14:56
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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